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Força-tarefa é criada para atender famílias atingidas por incêndio na Baixada do Ambrósio

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Cerca de 100 bombeiros foram mobilizados para controlar as chamas, enquanto equipes de assistência social atuam no atendimento às famílias afetadas

O Governo do Amapá e a Prefeitura de Santana atuam de forma integrada no atendimento às famílias atingidas pelo incêndio que destruiu residências na Baixada do Ambrósio, na área portuária do município. O fogo começou na manhã desta segunda-feira, 24, e foi controlado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Amapá (CBM/AP), que permanece no local com equipes realizando o rescaldo e o resfriamento dos escombros.

 

A operação mobilizou cerca de 100 bombeiros militares de seis quartéis. Ao todo, foram empregadas 18 viaturas, sendo sete destinadas ao combate direto às chamas, três carros-pipa de apoio, cinco veículos de salvamento e três ambulâncias. A primeira equipe chegou ao local às 8h38, apenas nove minutos após o acionamento.

Por se tratar de uma área de difícil acesso, os bombeiros organizaram três frentes simultâneas para impedir que o fogo avançasse para outras passarelas da região. Uma das equipes atuou na passarela principal, com apoio dos moradores; outra foi posicionada na margem do rio; e a terceira trabalhou a partir do porto da Sousa Mar.

“Quando estabelecemos as três frentes de atuação, conseguimos rapidamente extinguir o incêndio. O fogo está totalmente controlado, mas ainda há muita fumaça e entulho no local. Nossas equipes vão permanecer durante todo o dia realizando o trabalho de resfriamento e rescaldo dos escombros”, explicou o tenente-coronel do CBM/AP, Izídio Júnior.

Apoio às famílias

Enquanto os bombeiros atuavam no controle das chamas, o Governo do Estado acionou o protocolo de respostas rápidas para garantir assistência aos moradores atingidos. A ação reúne secretarias estaduais e órgãos municipais para organizar o atendimento emergencial e o levantamento das famílias afetadas.

Foto: Márcia do Carmo/GEA

 

A Escola Estadual Navegantes foi transformada em ponto de apoio para receber os moradores. No local, são disponibilizados alimentação, água, colchões, kits de ajuda humanitária e atendimento das equipes de assistência social.

“Acionamos o protocolo de respostas rápidas envolvendo todas as secretarias do Estado. Montamos essa base na Escola Navegantes para garantir o suporte necessário e dar início ao recomeço dessas famílias, que é a prioridade absoluta. Nossas equipes estão realizando o cadastramento de todos nos programas sociais do Estado e do Município”, destacou o secretário de Estado da Assistência Social, Hugo Paranhos.

O levantamento preliminar aponta que aproximadamente 20 casas de madeira foram destruídas pelo incêndio. Os imóveis tiveram perda total. Não houve registro de vítimas humanas. Um animal doméstico sofreu queimaduras e recebeu atendimento.

Foto: Márcia do Carmo/GEA

Equipes da assistência social e da Defesa Civil continuam no local para atualizar o levantamento e consolidar o número oficial de famílias desabrigadas e de residências atingidas. O trabalho também busca identificar as principais necessidades dos moradores para garantir a continuidade do atendimento e da assistência humanitária.

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