O Amapá apresentou uma redução significativa nos índices de violência nos primeiros meses de 2026. Dados divulgados pelo Governo do Estado mostram que, entre 1º de janeiro e 21 de abril, os Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) caíram 44,8% em comparação com o mesmo período de 2023.

Na prática, o número de ocorrências desse tipo passou de 116 para 64 casos. O resultado reforça uma tendência de queda que já vinha sendo observada e consolida o estado com o menor índice de mortes violentas dos últimos 15 anos.
De acordo com o balanço, o avanço é atribuído a um conjunto de medidas, como o fortalecimento das ações de inteligência, aumento do policiamento ostensivo e estratégias mais rigorosas no enfrentamento a grupos criminosos.

“Temos muito a comemorar e demonstramos aqui trabalho sério, com responsabilidade e com compromisso, reflexo direto das decisões políticas do governador Clécio Luís. Definimos prioridade para o investimento massivo em tecnologia, para as operações de inteligência, e presença ostensiva com a efetivação de novos servidores, solucionando problemas que persistiam há anos”, descreveu o secretário da Sejusp, Cézar Vieira.
Queda histórica
Os números mais recentes confirmam uma mudança no cenário da segurança pública no estado. Em 2025, o Amapá já havia registrado o menor total de mortes violentas desde 2010, com 205 casos, contra 287 naquele ano.
Mesmo com o crescimento populacional — que passou de 669.581 habitantes em 2010 para 806.517 em 2025, segundo o IBGE — os índices de violência letal seguiram em queda.

Crimes patrimoniais também recuam
Além da redução nas mortes violentas, os crimes contra o patrimônio também apresentaram forte queda. No comparativo com 2022, os roubos diminuíram 76,66%, saindo de 3.051 ocorrências para 712 em 2026.
O estado, que já chegou a registrar cerca de 10 mil roubos por ano, conseguiu reduzir esse número para aproximadamente 3 mil no último período analisado.

Os dados reforçam um cenário de maior sensação de segurança, com impacto direto na rotina da população e nas atividades comerciais.
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Com informações Agência Amapá











