Educação

Amapá adere ao CadEJA, ferramenta que facilita a matrícula de estudantes Jovens e Adultos

Compartilhe

A plataforma CadEJA, criada pelo Governo Federal, agora vai funcionar com as 75 escolas estaduais que atendem a modalidade.

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) da rede estadual do Amapá passa a contar com uma nova ferramenta para ampliar o acesso de estudantes que desejam retomar a trajetória escolar. Lançada na quinta-feira (18), a plataforma CadEJA será adotada pelas 75 escolas estaduais que ofertam a modalidade, permitindo maior agilidade no processo de matrícula e no acompanhamento da demanda por vagas. A apresentação do sistema ocorreu na sede da Secretaria de Estado da Educação (Seed), em Macapá, com a participação de gestores e representantes das unidades de ensino.

Na rede estadual, 75 escolas do Amapá ofertam a Educação de Jovens e Adultos. Foto: Léo Nilo/Seed

A plataforma CadEJA funciona no site cadeja.mec.gov.br. Nele, o jovem ou adulto interessado em voltar a estudar deve cadastrar os seus dados pessoais, incluindo telefone para contato, município e bairro em que mora. Em seguida, ele será contatado pela escola mais próxima disponível para concluir a matrícula.

A plataforma CadEJA está disponível para a população. Foto: Captura de Tela

A plataforma funciona durante o ano todo, independente do período letivo. No lançamento, a secretária de Estado da Educação, Simone Guedes, ressaltou a importância da medida para a transformação social.

“Ensinei para turmas de Jovens e Adultos no antigo Instituto de Educação do Território do Amapá (IETA) e conheço os desafios da modalidade. Sabemos que não basta matricular, e por isso o governador Clécio Luís tem avançado na alimentação escolar, na reforma das escolas e, com o CadEJA, no uso de tecnologias nas escolas”, ressaltou a secretária.

Simone Guedes, secretária de Estado da Educação. Foto: Léo Nilo/Seed

A gerente do Núcleo de Educação de Jovens e Adultos, Ingrid Bastos, explica que os cadastrados na plataforma vão conseguir sinalizar para as escolas as demandas de alunos, e assim facilitar o trabalho de busca ativa para a matrícula.

“Precisamos mobilizar todas as pessoas que não concluíram os estudos a acessarem a plataforma e procurarem entrar na EJA. Estas pessoas estão nas nossas famílias, empregos, fazem parte da comunidade escolar. Então a mobilização deve ser total”, explica Ingrid.

Ingrid Bastos, gerente do Núcleo de Educação de Jovens e Adultos. Foto: Evandro Vilhena/Seed.

.

.

.

Fonte: Agência Amapá

Compartilhe