Diante da perda gradual de capacidade produtiva que ameaçava o sustento de dezenas de famílias no interior paraense, o Movimento de Mulheres de Uruará Campo e Cidade encontrou, em 2015, a oportunidade para superar essa dificuldade no segundo edital do Plano Sub-regional de Desenvolvimento Sustentável do Xingu (PDRSX). O grupo submeteu a proposta “Fortalecimento da Produção Familiar – Mulheres Gerando Renda”, com o propósito de reestruturar o cultivo de frutas, qualificar a mão de obra local e promover o protagonismo feminino no campo.
A iniciativa é o tema da segunda reportagem da série Retratos do Xingu: projetos que transformam o território, que apresenta o impacto socioeconômico e ambiental das ações apoiadas pelo Governo Federal na região do Xingu-Transamazônica.
O projeto recebeu R$ 1,4 milhão do PDRSX, o que viabilizou a construção de uma Casa de Polpas de Frutas, equipada com poço artesiano e câmara fria, e a implantação de pomares diversificados. O investimento agregou valor à produção, ampliou a renda familiar e viabilizou o retorno – e adição – de mulheres à atividade agrícola.
“Antes do projeto, muitas mulheres haviam deixado de produzir frutas, tinha muito desperdício da produção, a infraestrutura era inadequada tanto para consumo próprio quanto para comercialização, e a associação estava muito precária”, conta a diretora da iniciativa, Maria Alves Piloneto.
Diante da perda gradual de capacidade produtiva que ameaçava o sustento de dezenas de famílias no interior paraense, o Movimento de Mulheres de Uruará Campo e Cidade encontrou, em 2015, a oportunidade para superar essa dificuldade no segundo edital do Plano Sub-regional de Desenvolvimento Sustentável do Xingu (PDRSX). O grupo submeteu a proposta “Fortalecimento da Produção Familiar – Mulheres Gerando Renda”, com o propósito de reestruturar o cultivo de frutas, qualificar a mão de obra local e promover o protagonismo feminino no campo.
A iniciativa é o tema da segunda reportagem da série Retratos do Xingu: projetos que transformam o território, que apresenta o impacto socioeconômico e ambiental das ações apoiadas pelo Governo Federal na região do Xingu-Transamazônica.
O projeto recebeu R$ 1,4 milhão do PDRSX, o que viabilizou a construção de uma Casa de Polpas de Frutas, equipada com poço artesiano e câmara fria, e a implantação de pomares diversificados. O investimento agregou valor à produção, ampliou a renda familiar e viabilizou o retorno – e adição – de mulheres à atividade agrícola.
“Antes do projeto, muitas mulheres haviam deixado de produzir frutas, tinha muito desperdício da produção, a infraestrutura era inadequada tanto para consumo próprio quanto para comercialização, e a associação estava muito precária”, conta a diretora da iniciativa, Maria Alves Piloneto.
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Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MIDR












