Educação

TCE/AP leva orientação sobre prestação de contas e projeto TCendo Conexões pela Paz nas aldeias Santa Izabel e Espírito Santo

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O Tribunal de Contas do Estado do Amapá (TCE/AP), segue as orientações sobre prestação de contas dos Caixas Escolares à população indígena de Oiapoque. Dessa vez, a equipe esteve nas aldeias Santa Izabel e Espírito Santo, localizadas na Terra Indígena Uaçá, onde também foi realizado o projeto “TCEndo Conexões pela Paz”, da instituição.

“Com essas visitas, o TCE reafirma seu papel como guardião da boa gestão e incentivador de boas práticas, levando conhecimento, respeito e dignidade aos povos originários que constroem, com sabedoria ancestral, a história viva do Amapá”, pontuou a 2ª vice-presidente do tribunal.

Na Aldeia Santa Izabel, a equipe do Tribunal orientou profissionais da educação. O diretor da Escola Indígena Estadual Manoel Primo dos Santos, Walter Vasconcelos, ressaltou a importância da iniciativa. “Essa ação é inédita e transformadora, pois proporciona à equipe gestora, aos professores e aos servidores uma qualificada orientação sobre a correta aplicação e prestação de contas dos recursos dos caixas escolares”, destacou o gestor.

Na sequência, na Aldeia Espírito Santo, uma das maiores da região, também houve a orientação técnica sobre os caixas escolares, fortalecendo o compromisso da gestão educacional com a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos.

TCEndo Conexões pela Paz

O projeto TCEndo Conexões pela Paz mobilizou estudantes indígenas  que participaram ativamente das atividades promovidas pelo tribunal. A proposta tem como objetivo fortalecer os valores de convivência pacífica nas escolas e comunidades, promovendo o protagonismo jovem e a construção de ambientes mais acolhedores.

Ainda em Santa Izabel, o projeto TCEndo Conexões pela Paz atendeu crianças e adolescentes com dinâmicas educativas, rodas de conversa e reflexões sobre empatia, respeito e diálogo.

 “Somos uma instituição que vai além do julgamento de contas, que se faz presente, escuta, orienta e promove controle social até nos lugares mais distantes e simbólicos do território amapaense”, finalizou a conselheira.

 

Com informações de Assessoria de Comunicação TCE/AP

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