Segurança

Duas pessoas são presas em flagrante por tráfico de drogas no Santa Inês

Os indivíduos foram encaminhados para a Superintendência da Polícia Federal no Amapá para a formalização dos procedimentos.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amapá (FICCO/AP), a partir de uma ação de rotina do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) da PM do Amapá, prendeu, na tarde deste sábado (11/11), duas pessoas por tráfico de drogas.

A equipe do BOPE patrulhava a zona central capital amapaense quando foi informada de que um veículo, de cor branca, estava circulando a região do canal do bairro Santa Inês, supostamente traficando entorpecentes. Ao avistarem o veículo informado pela denúncia, os policiais reconheceram o condutor, que é suspeito de pertencer à organização criminosa e ter envolvimento com o tráfico de drogas em um conjunto habitacional no bairro Beirol.

Quando o veículo foi parado pelos policiais, constatou-se que haviam duas pessoas a bordo: uma era o motorista, que estava utilizando uma tornozeleira eletrônica, e outra pessoa o acompanhava, no banco do carona. Também foi encontrado cerca de 100g de substância que aparentava ser maconha, dividido em diversas porções embaladas separadamente, além de aproximadamente R$260,00 em dinheiro. O veículo e duas joias que aparentam ser de ouro também foram apreendidos.

Os policiais perguntaram quem seria dono do material, mas nenhum dos dois abordados assumiu a responsabilidade. Dada a situação, os policiais deram a voz de prisão aos dois abordados, já que não foi possível precisar quem seria o dono do entorpecente e, em seguida, os suspeitos foram encaminhados à Superintendência da Polícia Federal no Amapá para a formalização da prisão em flagrante. Após os procedimentos, os presos seguiram para o CIOSP/Pacoval.

Os indivíduos podem responder pelo crime de tráfico de drogas. Caso condenados, as penas podem chegar a 15 anos de reclusão.

Fazem parte da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amapá (FICCO/AP) a Polícia Federal, PRF, PM, PC, IAPEN e SEJUSP.

 

Com informações da Comunicação Social da FICCO – Amapá